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RC Emoções – que merda!

11/06/2009

No natal de 2006, não tive dúvidas: comprei a biografia não oficial do cantor escrita por Paulo César de Araújo.

Pouco tempo depois, o livro foi recolhido das lojas por causa de ação movida pelo Rei.

Até lembro que alguém decidiu que o livro podia ser vendido, mas não importa… o que importa é que comecei a ler e em breve vou postar uma resenha no Bitan reomenda sobre o livro.

Daí hoje de madrugada vi essa chamada perdida sobre uma revista do Rei no Terra.

Sweet.

Mas quando eu comprar a revista, quero ver o Rei que o livro não mostrou.

Ha Ha Ha Ha – insira onomatopéia de risada aqui.

Não existe nada nessa revista que o livro de Paulo César Araújo já não tenha mostrado, com o desconto que ele mostrou poupando o Rei de alguns micos.

Eu particularmente aprendi a admirar o Rei e sua música – “As flores do Jardim da nossa casa” me pegou pelos côco há anos e já é  uma de minhas músicas preferidas de toda a vida – por causa do livro do autor já citado acima e imagino que muita gente tenha passado pelo mesmo que eu.

Porra, pra mim e minha geração, Roberto Carlos era música de mãe. E se acham que não, perguntem pro Baud. O Baud nunca mentiria pra vocês…

É óbvio que tudo o que sair na revista é fruto do desejo do Rei.

Não que eu queira esclarecer o passado do Zunga, mas, a essa altura do campeonato, uma revista do Roberto Carlos consegue soar mais do que uma tentativa de marketing pra gravadora dele enfiar o artista pras novas gerações?

Nããããão!!!

E é pra isso que server essa revista.

Não que ele vá ler isso, mas fica a dica: Roberto, tu sempre soube ser avançado no tempo, descarta essa porra de revista e lança um disco “na moda” – disfarçando tuas letras sob roupagem ‘rock’ da época – pra ressucitar o cenário musical do Brasil.

E chama Erasmo.

PS: e pode me chamar. Eu sou um Carlos Imperial magro, bonito e comprometido, cujos comes e bebes são comida e bebida. Posso não ser adepto do “Jesus Cristo”, mas manda um “Calahmbeque” que no mínimo a gente estabelece o novo recorde de velovidade da avenida e reinventa a juventude catarinense…

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4 comentários

  1. Eu mentiria se a causa fosse nobre. A Fase Mãe do Roberto não é.

    Quando eu li que iam lançar essa revista também achei muito palha. Pior é que insistem em botar a cara feia do Roberto toda azul na capa, como se já não bastasse todo ano sair um disco com uma foto assim desde 1990 ou 80.

    Aí não, bicho!


    • O Roberto se perdeu muito do final dos anos 80 pra cá, tanto musicalmente quanto pessoalmente…ficou todo louco, com TOC…


  2. O Roberto Carlos dos anos 60 e 70 é um dos grandes artistas do mundo. A partir de meados do anos 80, começou sua decadência como compositor, mas se tornou até um cantor melhor. E como showman continua o mesmo. Fui há poucos dias ao show de 50 ano de carreira e posso dizer que a produção é impecável e seu carisma continua inabalável!


    • Pois é, eu vi a resenha do show que tu fez. Eu não sei se iria porque eu conheço muito pouco do Roberto fora os trabalhos mais “mãe” dele, o único disco que eu ouvi inteiro foi o de 1969. Mas porra, é um discaço…quando eu acabar de ler o Roberto Carlos em Detalhes quero baixar uns discos…



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