Archive for 18 de junho de 2009

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Show do Oasis fecha escola na Escócia

18/06/2009

A apresentação que a banda Oasis fez na Escócia na noite de quarta-feira (17), enfureceu os pais dos alunos da escola primária Roseburn, em Edinburgh.

Segundo informações da BBC, a polícia local sugeriu que os diretores da instituição encerrassem suas atividades às 12h15 (horário local), ao contrário do seu horário tradicional, por volta das 14h45.

A medida foi tomada para evitar transtornos com os fãs que já se aglomeravam nas ruas próximas do Estádio Murrayfield e consumiam bebidas alcoólicas antes do show.

“É ridículo que a escola feche por causa do show do Oasis. Meu filho perdeu metade do dia de aprendizado”, disse Angela McGregor, 30 anos, mãe de Robert, 5 anos. “Se a Rainha estivesse vindo para cá, tudo bem. Sou uma mãe solteira e preciso me planejar para estes casos”, completou.

A prefeitura de Edinburgh se defendeu. “Tomamos esta decisão de fechar a escola em seu período vespertino baseados na informação que recebemos da polícia. Temos experiência em outros casos e sabemos que a área ficaria com o acesso dificultado e bebidas alcoólicas seriam vendidas na área”, disse um porta-voz.

Fonte: http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI3832061-EI1267,00-Show+do+Oasis+fecha+escola+primaria+e+enfurece+pais.html

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Fotos Calendário Pirelli

18/06/2009

Quando não tem o que postar, sempre rola algum assunto de certa nudez aqui no blog.

Então resolvi postar as fotos do calendário da Pirelli que saíram na Vanity Fair.

As fotos mostram um monte de modelos famosas(não conheço quase nenhuma) em nudez total e parcial.

Não é lá exatamente uma Hustler, mas vale a espiada. Foto da capa em tamanho grande:

http://media.egotastic.com/media/pictures/0906/calendario-pirelli-nude-cover.jpg

Algumas fotos da revista:

Ana Beatriz Barros

Miranda Kerr

Miranda Kerr

Rosie Hutington-Whiteley

Marloes Horst

Marloes Horst

Rosie Hutington-Whiteley

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Selecionado bate os Estados Unidos por 3 a 0

18/06/2009

A SeleDunga vence mais uma.

Com algumas alterações – Maicon, Ramires, Miranda e André Santos no time titular – o Brasil venceu fácil a Seleção dos Estados Unidos.

Três a zero, tranquilo, tranquilo…gols de Felipe Melo, Robinho e Maicon(golaço, em bela tabela do ataque brasileiro).

Os Estados Unidos ainda carimbou o travessão por duas vezes, mas não chegou a levar real perigo a meta de Júlio César.

Foi um treino de luxo antes do jogo contra a Itália.

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Não precisa mais de diploma pra ser jornalista

18/06/2009

O Supremo Tribunal Federal derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Por oito votos a um os ministros atenderam a um recurso protocolado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e de Televisão do Estado De São Paulo(Sertesp) e pelo Ministério Público Federal, que pediam a extinção do diploma.

Não consigo entender.

Ao meu ver, a obrigatoriedade do diploma fazia do jornalismo brasileiro um setor profissional especificamente mais bem preparado que os demais.

A exigência do diploma fazia com que todo jornalista deveria passar por uma faculdade, onde inevitávelmente teria que ter aulas de ética e sobre a importante técnica do domínio jornalístico.

Como publicitário, me parece um grande passo para trás que a classe aceite como jornalista qualquer um sob contrato de um veículo de comunicação.

O meio publicitário luta há anos pela profissão regularizada.

A falta da exigência de diploma faz com que os profissionais da área sejam mal remunerados – numa equação em que o preço baixo de “profissionais” menos preparados vence a qualidade – com que o nível da publicidade brasileira fique, de um modo geral, abaixo da concorrência internacional e que a profissão fique desprestigiada e pouco levada a sério.

Não, não é preciso ter diploma pra ser ético ou pra saber escrever.

Mas os ensinamentos técnicos da profissão não são ensinados na “escola da vida”.

Alguém pode mimetizar o que outro lhe falou sobre como escrever um release ou uma reportagem investigativa, mas sem o estudo nunca conseguirá evoluir e atingir todo o seu potencial.

A não ser que seja gênio.

E quantos jornalistas brasileiros são geniais?

A medida sem dúvida vai baixar o nível do jornalismo brasileiro.

Vai servir a políticos que querem difamar adversários ou fazer propaganda mentirosa de seus governos.

E vai tornar o custo de manter um quadro de jornalistas muito mais baixo para os veículos de comunicação.

Nenhuma dessas opções me parece positiva.

A não ser essa:

“a advogada do Sertesp, Taís Gasparian, defendeu que a exigência do diploma é inconstitucional, sob o argumento de que a Constituição garante a liberdade de expressão e o livre pensamento. ‘Mais do que indesejável, a exigência do diploma para jornalistas é impraticável. Como se proibirá o exercício da disseminação da informação pela internet?’, destacou a advogada, citando a proliferação dos blogs.”

Virei jornalista!

Se para a advogada do Sertesp – repito, Sindicado das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo – um blog pode ser considerado um veículo de comunicação de cunho jornalístico, então eu sou jornalista!!

Eu costumava pensar que era o jornalista que fazia o jornalismo, que o blog era apenas um veículo. Mas a jornalista tratou de me explicar que não existe diferença entre um Juca Kfouri, com diploma, contratado por um grande portal para hospedar um blog e o anônimo que cria o mesmo espaço num site gratuito para tocar seu blog de vídeos pornográficos.

Dessa forma eu, como contratado e subalterno do Titan no Blog do Titan – um legítimo veículo do jornalismo brasileiro e mundial – sou jornalista.

Fui dormir publicitário e acordei publicitário E jornalista.

Mesmo quando eu não era jornalista, sempre tive o cuidado em postar fontes para meus textos, como forma de manter a ética e a credibilidade do que eu escrevo.

Esse cuidado faz parte do passado.

Porque agora eu, trabalhando para um blog na internet, sou jornalista.

E se o Setersp acredita que isso é suficiente para me dar credibilidade, não ouso discordar.

Vou lá atualizar meu currículo.

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Corinthians, quase campeão. Internacional, minúsculo.

18/06/2009

O Corinthians sabia que o Internacional viria desfalcado.

Sabia que teria que ir pra cima e abrir vantagem.

Tudo estava previsto.

Só não imaginou que enfrentaria um time pequeno na decisão da Copa do Brasil.

O Internacional foi minúsculo no Pacaembu.

Entrou em campo como o Mirassol, o Bragantino: respeitando muito mais do que deveria o time do Corinthians e a presença de Ronaldo.

Desde o primeiro segundo de jogo, mostrou alto grau de nervosismo e irreconhecível desorganização.

O Corinthians foi melhor o tempo todo.

Como é que um time que se julga o melhor do país, a maravilha de mais de 80 gols, deixa Ronaldo receber uma bola naquelas condições?

Coitado do Lauro.

Taison, o único que jogou bola pelo Colorado, ainda premiou os milhões de espectadores com o gol perdido mais gol perdido do campeonato.

O Flamengo já havia desmascarado o Internacional.

Mostrou pro Brasil todo que existe uma enorme diferença entre ganhar a final do “Gauchão” por 8 a 1 e ser, de fato, o melhor time do Brasil.

A sorte do Internacional eliminou o Flamengo.

Assim como evitou o gol da classificação do Coritiba.

Hoje, só com futebol, derrota.

O que o Inter ganhou esse ano pra merecer tanta vitrine?

“Mas o Inter jogou com muitos desfalques”

Repita essa frase à exaustão, como um mantra.  Pois talvez  depois de algumas horas, torcedor colorado, você de fato acredite nela como uma desculpa aceitável para o vexame e possa dormir em paz.

Da mesma forma como dormem hoje os torcedores do Grêmio, semifinalista da Libertadores.

O Gre-Nal que derrubou Celso Roth parece agora tão distante…