Archive for 9 de setembro de 2009

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BBBurras

09/09/2009

Libertadas 9 turcas trancadas em falsa casa do “Big Brother”

A vontade de obter fama e a ingenuidade levaram nove mulheres turcas a passar dois meses trancadas em uma casa em Istambul, onde eram permanentemente filmadas, após serem enganadas com a ideia de que estavam participando de um programa ao estilo do Big Brother.

As meninas, com idades entre 16 e 22 anos, foram escolhidas em um falso casting pelos organizadores da farsa, após anunciar na imprensa que procuravam meninas para participar do programa televisivo.

As jovens, que já foram resgatadas pela polícia após uma denúncia dos parentes, assinaram um contrato em que se comprometiam a não deixar a casa nem telefonar para ninguém de fora, até que terminasse o programa, sob pena de uma multa de 25 mil euros.

Acreditando que eram estrelas de um programa televisivo, as meninas aceitaram ser gravadas 24 horas por dia, inclusive no banheiro. As imagens dessas cenas foram vendidas em sites.

Após as denúncias familiares, agentes policiais entraram na casa e detiveram um homem que estava no imóvel naquele momento. As nove jovens foram levadas para depor e foi aberta uma investigação sobre o caso.

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3965184-EI8142,00-Libertadas+turcas+trancadas+em+falsa+casa+do+Big+Brother.html

Essa é mais uma prova irrefutável do nível intelectual das moças que costumam participar de reality shows. O resto a gente costuma ver na revista Playboy ou no site do esquema acima.

Fica a dica para os donos de estabelecimentos de luz vermelha e whiskerias em geral: quando bater a polícia, basta dizer que se trata da realização de um reality show.

“Tão só esperando o Bial e já voltam pra Curitiba, seu guarda”

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Brasil x Chile

09/09/2009

galvaopreto

Beeem amigos da Rede Globo… hoje temos a partida da Seleção Brasileira contra o Chile, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.

O grande destaque da partida é o novo ataque titular do Selecionado do Dunga: Nilmar e Adriano. Fora isso, os novos convocados – André Dias, Tardelli, Diego Souza e Claiton Xavier – não devem participar do jogo, o que torna a partida menos interessante. A não ser, claro, para o público baiano, que pagou uma babilônia para ver a partida e promete fazer muita festa. Até porque, baiano sem festa não é baiano.

Pra quem assiste o jogo pela televisão, fica a expectativa: será que o Galvão Bueno vai continuar preto? Ou será que sua cútis exibirá um nível de melanina mais baixo que aquele da partida contra a Argentina? Claro que é só modo de falar, pois não se trata de melanina. Apesar de obviamente ter tentado ser um Michael Jackson ao contrário, Galvão Bueno não virou negão(será mesmo?) e sua cor deve aparecer um pouco menos torrada na partida de hoje.

Grande oportunidade para os torcedores do Internacional lembrarem o que estão perdendo sem o futebol de Nilmar e dos torcedores do Flamengo passarem um nervoso terrível cada vez que o Imperador sofrer uma falta.

O Brasil deve jogar com: Júlio César; Maicon, Miranda, Luisão e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Júlio Baptista; Nilmar e Adriano.

Parece que o Valdívia não vai ser titular, mas não sei… boa chance pra ver a quantas anda o futebol d’El Mago, já que existem boatos de que ele estaria de volta ao Palmeiras caso o clube consiga a vaga para a Libertadores do ano que vem.

E os flamenguistas podem torcer para que o ala Fierro entre no segundo tempo, pra dar uma torcidinha pro colega de Flamengo e torcer pra que ele mantenha o ritmo de jogo. Pra quem não sabe, Fierro é o chileno que joga no Flamengo. Não é titular absoluto de uma equipe que tem Zé Roberto, Petkovic com 36 anos e Kléberson lesionado. Mas está na Seleção de seu país.

Uma boa mostra do que esperar da Seleção do Chile.

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Profissão Repórter

09/09/2009

No programa de hoje, Caco Barcellos e sua equipe mostram o dia a dia quem precisa trabalhar com lixo para sobreviver.

Entrevistas com Cuca, Renato Gaúcho e Renê Simões.

Imperdível.

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A legalização da maconha(e de outras drogas)

09/09/2009

Esse assunto sempre ficou na minha cabeça, desde que uma professora fez um debate sobre a legalização da maconha lá na sétima ou oitava série. Não me manifestei em nenhum momento, apenas vi a turma que era a favor dar um banho no pessoal apático que era contra. Desde aquela época, entretanto, mantenho o mesmo posicionamento sobre o assunto: sou contra a legalização da maconha e de qualquer outro tipo de droga.

Simples e direto: quem é a favor, ou consome ou ganha dinheiro vendendo.

Incluo nessa definição nosso nobre ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. Não sei se o pai do Real fuma ou vende, mas suas recentes declarações defendendo a legalização de entorpecentes mostram que, no mínimo, vossa excelência senhor presidente não pensou muito a fundo no assunto.

Aqueles que compartilham da mesma opinião do Presidente têm por hábito comparar o consumo de maconha/drogas com o consumo de bebidas alcólicas. Para mim, esse é o argumento típico do defensor consumidor. Exatamente naquela de “a minha droga é melhor que a tua”, como se estivessemos todos num grande jardim de infância aonde, ao invés de crianças, o recinto abrigasse idiotas.

Não se assuste quando, em algum tipo de discussão ou debate sobre o assunto, o defensor da maconha quiser te impressionar citando que “65% dos acidentes de carro acontecem com o motorista embriagado, enquanto que apenas – sei lá – 8% acontecem com o motorista sob o efeito de drogas”. Isso quer dizer o que? Que as drogas são inofensivas? Que o alcool mata mais que a maconha, que a cocaína? Não! Já parou pra pensar que talvez a bebida seja responsável por mais mortes exatamente porque é uma “droga” legal? E que as estatísticas em torno das mortes causadas por motoristas drogados aumentaria com a legalização?

E é exatamente isso. Tu já parou pra pensar que o acesso legal às drogas tornaria seu consumo um hábito normal, como é dirigir embriagado? A diferença é que, enquanto uma pessoa pode tomar duas cervejas ou um copo de whisky, apreciar a bebida e dirigir bem, não existe um número seguro de baseados ou pedras de crack pra tu fumar, ou carreiras de cocaína para cheirar. Não existe “sóbrio” no uso de drogas. A diferença na quantidade consumida se divide entre chapação e overdose.

O papo de “todo mundo usa” é balela. Em média, das pessoas que eu conheço, talvez a cada quarenta UMA seja uma usuária regular de drogas. A sociedade, ou pelo menos a classe média da segura cidade catarinense aonde vivo, segue prosperando com uma juventude sadia. Eu pergunto: com o acesso legal às drogas, esse cenário se manteria dessa forma?

É preciso entender que o uso de drogas vem muito do hábito, da iniciação, do gosto pela primeira experiência e do que isso te causa. Na minha juventude, não era fácil arranjar drogas. A maioria das pessoas da minha geração não seria capaz de conseguir um baseado quando bem entendesse. Por que? Porque era ilegal. Porque o acesso era difícil. Foi esse empecilho que impediu que a grande maioria das crianças da minha idade consumisse drogas – com uma parcela dessas pessoas se tornando viciados na vida adulta. Porque se por acaso acontecesse, um baseadinho de 1cm todo babado não serviu para seduzir as jovens mentes virgens de experiência.

Dá pra entender aonde eu quero chegar? Apenas imagine seu filho comprando um maço de maconha.

Também não acredite naquela besteira de “tem que legalizar, hoje em dia qualquer um consegue quando quer mesmo…” Se consegue quando quer, pra que legalizar? Para favorecer uma certa classe de pessoas.

Vou te contar um segredinho: sabe aquelas pessoas que a gente vê quando tem notícia de tiroteio na TV, os do mal? São o que a gente chama de bandidos. Eles matam, roubam, corrompem criancinhas, matam criancinhas… então, os traficantes, exatamente aqueles que vendem as drogas, que ganham dinheiro com elas, são bandidos. E, por incrível que pareça, ele não são pessoas boazinhas. São malvados. Legalizando as drogas, instantaneamente uma nova indústria química milionária entra em ação no mercado. E quem seriam diretamente os principais beneficiados? Sim espertão, os traficantes.

Imagina o seguinte quadro: a maconha é liberada, as outras drogas mais pesadas não. Os traficantes começam a ganhar dinheiro honestamente, a pagar imposto e se tornam nobres empresários respeitados pela sociedade – exatamente que nem teu pai, aquele microempresário fudido que trabalha que nem um cavalo pra te botar na escola – eles parariam de continuar traficando crack, cocaína e heroína? Ou usariam o trabalho legal apenas para esconder o ilegal e ter mais vantagem e mais dinheiro para abastecer o tráfico pesado?

Porque saiba que o objetivo do traficante não é te fazer feliz. É te viciar, te fuder. Porque tu acha que um tubo de lança perfume custa R$ 40,00 enquanto uma pedra de crack custa R$ 5,00? Porque os traficantes são bonzinhos? Não animal, porque com uma pedra de crack eles conseguem barato teu aparelho de som, teus DVDs, teu computador, teu carro… acorda, porra!

Tem que ser muito burro, ou como eu disse, consumidor, pra achar que a legalização acaba com o tráfico. Dica: quando te falarem alguma coisa, como “a legalização acaba com o tráfico” não apenas aceite. Se imagine nessa realidade. Faça de conta que está numa Câmara de Vereadores: coloque a idéia como se fosse um projeto de lei que precisa passar pelas comissões permanentes da Casa para ser aprovada; estude o impacto financeiro, jurídico, ambiental que essa lei causaria na sociedade. Aí sim abre a boca pra falar.

Por mim, erradicava todos os tipos de droga do mundo. Proibia essas merdas, queimava tudo, jogava fora. Não me faria a menor falta(talvez o grande problema seja exatamente esse). Para mim, drogas são absolutamente desnecessárias. No dia em que quiserem proibir bebida alcólica, aí sim eu vou militar, lutar com todas as forças contra a proibição e estocar o máximo que eu puder. Dica: aprenda a gostar de “drogas” liberadas. Entre aspas, porque bebida não é droga.

Não vou dizer “diga não às drogas”, sou realmente um grande hipócrita bêbado que gosta muito de beber, do estado ébrio, de cerveja, chopp, whisky e vinho. Não me incomodo com pessoas que usam droga – sei que é divertido – desde que não sejam viciados deprimentes, doentes e aidéticos. Só que eu odeio bandido, vagabundo e viciadinho que explora mulher, criança e rouba o dinheiro que tu se fudeu pra ganhar trabalhando honestamente.

Me sinto completamente desconfortável vivendo num mundo inseguro à mercê de pessoas ruins que querem fuder com todo mundo. Vivemos no mesmo Brasil e, se de repente a droga foi legalizada aqui, eu me fodo junto.

E isso sim me incomoda pra caralho.