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Patrícia Amorim começa da pior maneira possível

28/12/2009

Acabou-se o oba oba da vitória e a novidade da eleição da primeira presidentA da história do Flamengo.

O que já podemos ver da gestão de Patrícia Amorim a frente do Clube de Regatas rubro-negro é um péssimo começo de trabalho.

Primeiro veio a falácia jogada ao vento sobre a manutenção do elenco campeão brasileiro. Não apenas a tarefa está se mostrando quase impossível de ser realizada – nem Adriano está garantindo, Everton está de saída, Angelim não teve seu contrato renovado e Aírton já foi – o clube não mostrou até agora NENHUM reforço para 2010.

Agora, surge a informação de que após firmar o que dizem ser o maior contrato de patrocínio do país, 28 milhões por ano através da Hypermarcas, Patrícia Amorim recorreu ao suspeito fundo BWA para conseguir 5 milhões de reais, usados para quitar salários, premiações e outros compromissos.

O Flamengo, que já devia 10 milhões ao fundo, aumenta sua dívida.

Mais um negócio bem ao estilo Kléber Leite ou ainda Edmundo dos Santos Silva, aquele ex-presidente que no meio da década quase destruiu o Flamengo e que faz parte da tchurma da atual presidentA.

Antes foi ISL, empréstimos e desvio de dinheiro. Cara Patrícia, tomar dinheiro emprestado da BWA é o que você considera o início perfeito de mandato?

Veja o que o conceituado Blog do Paulinho diz a respeito do negócio:

Patrícia Amorim acaba de cometer um equívoco que pode ajudar a comprometer sua administração no Flamengo.

Tomou R$ 5 milhões de empréstimo da BWA, conhecida pela falta de honestidade.

Vale lembrar que o clube deve R$ 10 milhões para a mesma empresa, fruto de empréstimos em anos anteriores.

Quero acreditar que a nova mandatária flamenguista tenha sido orientada de maneira incorreta nesta negociação, embora seu cargo não permita tamanha ingenuidade.

Coincidência, ou não, a empresa renovou seu contrato de prestação de serviços com o Flamengo, situação que deve onerar ainda mais os cofres rubro-negros.

Como exemplo temos a situação do Corinthians.

Antes de Andres Sanches assumir a presidência, a BWA cobrava 7% do valor bruto de todos os ingressos negociados em partidas do Timão.

O dirigente corinthiano tomou R$ 5 milhões emprestados, a juros extorsivos de 5% ao mês, enquanto o balanço do clube demonstrava que outras negociações de mesmo porte, com entidades bancárias, oneraram os cofres alvinegros em 1,5%, no máximo, mensalmente.

Ou seja, a BWA está agindo como agiota, contra a lei, cobrando valores muito acima dos praticados no mercado.

Novamente, por “coincidência”, a empresa não só renovou o contrato com o Corinthians, como aumentou sua retirada de 7% para 11% ao mês.

E no Flamengo, de quanto será o prejuízo ?

Ou seja, o alardeado “maior patrocínio esportivo do Brasil” já chegará aos cofres rubro-negros com percentuais comprometidos a pagar empréstimos de juros abusivos, fruto de um negócio nebuloso que beneficia muita gente.

E, entre os premiados com o benefício, obviamente não se inclui o Clube de Regatas do Flamengo.

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